quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Da arte de inspirar.



Toda a coleção de "Café Del Mar"  faz bem a pele.

Aos ouvidos ? Fazem respirar.

Respire




sábado, 8 de janeiro de 2011

Seguimos


Às vezes é bom tirar o sapato e dar um chute bem alto.
Brindar a vida e lembrar o quê foi bom, mas por pouco tempo.
Ainda há muito a fazer e pouco para comemorar.

 Seguimos

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Sigo

Eu sempre gostei muito de sexta

Ultimamente ando desprezando-a

Lembra-me o azedume siciliano

Que até gosto tanto, mas não sinto falta.



Languidamente, ando ontem.

 

Para viver hoje.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Do querer

Da boca amiúde que ouvi desapego

Apego-me sem pestanejar

Eu só queria mesmo

Não querer mais



E quero.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Vermute Barato

Há certas têmporas que nem o tempo é capaz de mudar.
O gosto nulo de não falar.
A pele mansa da palma escorrida na cara, que vontade de dar-te.
E soletrar. E só soletrar.

               É ?

É o cabelo entranhado no peito, do outro.
A cor nojenta do vermute de alguém.
Que se mete a convidar.
Aonde não é permitido entrar.

Ao limite.

E doa a quem doer

Dessas coisas que todos falam e pensam sem sentir.
A que mais admiro é a dor.
Essa sim. 
É vivida no mais integro valor de sua fonética.

E doa a quem doer.


segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

*Num disse.

Disse-que-me-Disse

É poesia de quem não tigela há preencher

Vazia

*Num disse.