Oh meu amor se eu vir cantar um samba mesmo que que seja de bamba
Como as pernas da fulana que me beijou sem me tocar
Oh meu amor se eu vier falar das putas; astutas, saracutas e mudas
Andam por passarinhar e voam por se rastejar
Oh meu amor se me tu ensinasse a orar, por mudar um devaneio que sinto que não vou encontrar
Se pudesse apenas mudar as letras deste "apelitico" clamor
Gritaria o final em letras brandas
"Amor meu Oh"
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Não levamos nada
Do pouco era muito
No começo o amor bonito e instigante que nos leva a acreditar em um futuro cessante
Os apertos, abraços, as cartas e principalmente o olhar
O olhar de quem está para conhecer algo jamais visto por alguém da maneira que o
"eu&tu" se ver
Do meio era médio
O amor caia, se batia, o perfume enjoava e a poesia se calava
A alma morreu, o corpo vegetava e esperança dormia
O olhar fechado sofria por não enxergar que não existia mais nada
De tudo era o fim
Dos gritos, dos filhos da puta, dos canalhas e das beatas
Do perfume que enjoava, das cartas que eu rasgava e das fotos que queimei
Da poesia que nasceu com sabor de magoa e teor de lagrima
Dos dias que perdir apenas lamento
Tive que morrer para nascer
Pois viver com uma mulher que não sonha é apenas um cochilo na madrugada onde eu quero tanto acordar
E acordei, meu siêncio que se calava.
Despertou
No começo o amor bonito e instigante que nos leva a acreditar em um futuro cessante
Os apertos, abraços, as cartas e principalmente o olhar
O olhar de quem está para conhecer algo jamais visto por alguém da maneira que o
"eu&tu" se ver
Do meio era médio
O amor caia, se batia, o perfume enjoava e a poesia se calava
A alma morreu, o corpo vegetava e esperança dormia
O olhar fechado sofria por não enxergar que não existia mais nada
De tudo era o fim
Dos gritos, dos filhos da puta, dos canalhas e das beatas
Do perfume que enjoava, das cartas que eu rasgava e das fotos que queimei
Da poesia que nasceu com sabor de magoa e teor de lagrima
Dos dias que perdir apenas lamento
Tive que morrer para nascer
Pois viver com uma mulher que não sonha é apenas um cochilo na madrugada onde eu quero tanto acordar
E acordei, meu siêncio que se calava.
Despertou
O objeto e o objetivo
O objeto pergunta ao objetivo
- Objetivo porque me usa como objeto?
E o objetivo responde ao objeto:
- Tu é o que eu preciso para ser completo
Inspirado no grande devaneio de Friedrich Fietzsche
- Objetivo porque me usa como objeto?
E o objetivo responde ao objeto:
- Tu é o que eu preciso para ser completo
Inspirado no grande devaneio de Friedrich Fietzsche
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
prateleira do viver
Estava caminhando por ai
Meio que nem aqui
Quando a vi
Com um jeito "all" de mim
Quando ouvi que gostas de escrever
Até pensei em morrer
Morrer de felicidade por te conhecer
Agora, somente agora que eu estou voando e sendo em toda plenitude
O que eu sempre quis ser:
Um livro antigo na prateleira do viver.
Meio que nem aqui
Quando a vi
Com um jeito "all" de mim
Quando ouvi que gostas de escrever
Até pensei em morrer
Morrer de felicidade por te conhecer
Agora, somente agora que eu estou voando e sendo em toda plenitude
O que eu sempre quis ser:
Um livro antigo na prateleira do viver.
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Pino do painel de retrato
Eu tinha um pino de painel de retrato
O pino, que fixa e desfixa
Os retratos de quem sempre veio e já foi
O pino que sempre perfura hoje
me reclama:
- Se cura! precisamos de outra moldura.
O pino, que fixa e desfixa
Os retratos de quem sempre veio e já foi
O pino que sempre perfura hoje
me reclama:
- Se cura! precisamos de outra moldura.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Escoa os merdarianos
Escoa esse desandar errante
Escoa essa magnitude vibrante
Escoa essa chuva que não para
Escoa esse leve tapa prosiano
Escoa essa poesia vagabunda
Escoa nessa bunda:
- A merda de ser revoltar com quem não tem muito a somar e nada para se aproveitar.
Escoa essa magnitude vibrante
Escoa essa chuva que não para
Escoa esse leve tapa prosiano
Escoa essa poesia vagabunda
Escoa nessa bunda:
- A merda de ser revoltar com quem não tem muito a somar e nada para se aproveitar.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Desperta
Desperta o dia da noite
a vida do outro
o copo vazio
o corpo doído
desperta
Desperta a voz da simbiose
Mesmo com sono a poesia acorda e diz;
"Bom dia" volte pra cama e sonhe com a sua "menina"
a vida do outro
o copo vazio
o corpo doído
desperta
Desperta a voz da simbiose
Mesmo com sono a poesia acorda e diz;
"Bom dia" volte pra cama e sonhe com a sua "menina"
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